De
acordo com os ensinamentos de alguns religiosos, a Boa Nova não surgiu, só
existe o Velho Testamento. Basta vermos as pregações baseadas no medo, no
pecado, na justiça e no inferno. Nesse sentido, a vida não passa de um estado
de alerta recorrente, cujo objetivo é não se tornar impuro e, assim, perder a
salvação.
Se
seguirmos cegamente tais ensinamentos, devemos crer que Jesus deveria ter
incentivado e apedrejado a mulher adúltera, que Ele não deveria ter se
convidado a ir à casa de Zaqueu, publicano, cobrador de impostos. Afinal, o que
mais importa é a letra fria da lei, e não a observância do ato em si.
A Boa Nova parece não fazer parte dos ensinamentos desses neofarisaicos, o que só justifica a lógica mercantilista da fé, em que a Teologia da Prosperidade é a essência. Por isso, a comparação e o julgamento são tão recorrentes e presentes no comportamento de muitos religiosos, frutos de percepções e narrativas distorcidas do Evangelho, esvaziando-o.
Criado
em:
16/2/2026 Autor: Flavyann Di Flaff

Comentários
Postar um comentário