Em um mundo que nos convida à loucura desagradável, deparo-me com uma fronteira lúdica entre o viver artificial e o natural. Vejo casinhas sobre a rua impermeabilizada, enquanto, do outro lado, barrenta estrada. Rodeadas por um céu anil com ares solares, refugio-me sob a sombra de verdejantes árvores. Nesse mundinho que replica o urbano, a fronteira revela o rural, com aquele, se indignando. Assim, entre um e outro, vai a humanidade se revezando, perdendo-se em um, encontrando-se noutro. Criado em : 30/4/2026 Autor : Flavyann Di Flaff
Que a solidão seja um encontro consigo mesmo para renovar a força interior, e, nunca, a medida exata do quanto estamos sós!