Quando papai e mamãe o viram dar o primeiro passo, deixaram-no ir logo ali em frente, a cada passo que dava, cambaleante, olhava para trás em busca da referência. Seguiu a passos lentos, ainda inseguro, sempre olhando para trás, até que dobrou na esquina do tempo e não mais os viu, observando-o ao longe. Esse desaparecimento repentino, diante de suas retinas incrédulas, fizera-o vacilar e, vacilante, parou. Quis revê-los, voltando ao início, tarde demais, inútil tentativa. Agora estava só, tinha que seguir, porém a saudade o constrangia, causando sempre uma impotência. Não havia diferente escolha, deveria seguir por eles, por si mesmo! Criado em : 14/6/2026 Autor : Flavyann Di Flaff
Liberdade sem autonomia não passa de mera utopia!