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JOGO DO PODER

 

Ganhar ou perder, faz parte do jogo. Isso não implica em mudanças efetivas na situação política em que vivemos. O mais certo de ocorrer é a mudança de comando e, consequentemente, das regras que regem o jogo. Porque se o jogo é bom, quem ocupa a direção quer os lucros só para si e para seu grupo, sem nunca os universalizar. É a regulamentação do lema “Brasil, Eu Te Sacaneio”, sempre em nome do bem de todos e felicidade geral da nação.

A grande massa de eleitores, cidadãos comuns, comportam-se constantemente como pássaros recém-nascidos, ou seja, como incapazes de se alimentar por conta própria, atuando, de forma pessoal, questionando e discernindo, na digestão dos acontecimentos que lhes são narrados por outros. Talvez por ignorância ou por conveniência, preferem digerir o que é regurgitado por quem não lhes têm verdadeira preocupação, só um profundo interesse descartável.

E, assim, segue a vida encenada, nunca vivida de fato, sob a máscara interpretativa do senhor e do escravo. Quem serve a quem? Pegos em flagrante clientelismo, cada parte se justifica à sua maneira ou de acordo com as suas conveniências.

Criado em: 1/5/2026 Autor: Flavyann Di Flaff

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