Não há patologias, só normalidade nas mentes de quem deseja o poder, mas há disposição suficiente para destruir quem estiver obstruindo o caminho. Como outrora, eles não virão de uniformes assustadores. Não seja tolo, não delire quanto a isso! Porque eles vestirão a mesma roupa que você, alimentarão sua frustração e seu complexo de inferioridade até os transformar em ressentimento e revanchismo. Então, erguerão um espantalho como inimigo, declarando guerra ao que lhe incomoda. Você entrará numa histeria coletiva, aceitando tudo sem refletir, como se as leis fizessem justiça sempre. E quando você perceber, já será tarde demais, pois as instituições do Estado já não são mais imparciais. Criado em : 22/10/2026 Autor : Flavyann Di Flaff
A verborragia elege oportunistas, manipulando a mediocridade – séquito da inação mental. Eleitos, sonham com novo pleito, carreira de oligarca político – Stricto Sensu de famílias tradicionais. Paladinar, cardápio farto... Paladino da justiça; da moral e dos bons costumes – símbolo vazio preenchido com estrumes. Mente, paramento verbal, parlamento ao instrumentalizar o Verbo para cooptar. Dizem, desdizem, desdito pleito eleitoral – fala de Marx, mas reflete Freud. Mandatos guiam paus-mandados pelos cenários do teatro dos absurdos, enquanto o prometido é esquecido, porque a verba cala e paralisa o verbo – inércia política conveniente. Criado em : 21/10/2026 Autor : Flavyann Di Flaff