Como um gênio na lâmpada, em um conto fantástico, prenderam Deus! Enclausurado no templo do ego humano, cerceada foi a sua liberdade de expressão e a sua liberdade de ação. No controle, sob variadas doutrinas e uma moral relativista, planejaram a customização de Deus. Converteram-No em um legalista – em nome dEle, julgam e condenam – sequestrando, assim, a alheia alegria de viver, para, depois, exigirem um resgate material. Tolos! Deus não se encontra nesta prisão! Em seus egos, apenas está retida a ideia torpe dEle, evidenciada por meio de dogmas e moral idem. Os seus templos egóicos não passam de sepulcros caiados, velados por inúmeros coveiros. Deles não restará pedra sobre pedra! Como outrora, por duas vezes, ocorreu. Criado em : 29/3/2026 Autor : Flavyann Di Flaff
Quando deixou de ser, de tudo, quis esquecer. Mas, quando me via, tudo revivia. Sinal de que a esfinge que nada mais sentia, que o passado não a atinge porque já não mais lhe servia. A esfinge não jogar, mas se arrisca ao fingir. Ao ordenar o decifrar, a sua máscara vai cair! Decifrei o seu enigma, quando fingia não mais me querer. Um fingir que virou estigma, que ela não conseguiu esconder. Agora, a ex caiu em contradição! Decifrei seu enigma: Ela, por mim, ainda puxa um caminhão. Criado em : 22/3/2026 Autor : Flavyann Di Flaff