O meu rei mandou dizer que eu fizesse isto aqui: Detratar quem não me é desafeto, só por ouvi dizer, sem nada de concreto; entregar a minha terra natal por uma subalterna posição de poder; abrir as fronteiras da minha nação em troca de aportes financeiros. O meu rei mandou fazer atrocidades mil! Expulsar imigrantes, limitar a economia a seu país, replicar o seu código moral. Ao obedecer a seu decreto, serei eleito o bufão perfeito. Criado em : 4/8/2026 Autor : Flavyann Di Flaff
Aonde cheguei, se a impressão é a de que não saí do lugar? Parece-me que viajei só no imaginar. Mas se a mente limita igual a uma prisão, como pude viajar, então? Pés no chão e a cabeça nas nuvens! Estática existencial, cemitério de potencial. Planeja-se o futuro, sem nenhuma semeadura – sonho que, de tão obtuso, pouco perdura. Dopamina ficcional, vida que reclama a experiência real de quem, por uma fuga, clama. Criado em : 19/10/2025 Autor : Flavyann Di Flaff