Eis as cenas de ontem e de sempre: Promessas não cumpridas, eleito duvidando das urnas, manipulação eleitoral, eleitor vencido pela sobrevivência. Nesse teatro da existência, há a incomunicabilidade entre o ideal pregado e a realidade vivida. O cotidiano formado por cenas repetitivas, apesar da atuação isolada de personagens diversos – esse é o teatro do absurdo, onde a estase se confunde com o êxtase e o visceral com o cerebral. Criado em : 22/7/2026 Autor : Flavyann Di Flaff
Os jardins da inocência não cultivados, esquecidos como posse, receberam, dos ventos tecnológicos, sementes dos absurdos. Naquelas terras férteis, onde o afeto não foi cultivado, aquelas sementes floresceram, brotando ervas daninhas à humanidade: abandono afetivo, alienação parental, conflitos de valores. Criado em : 22/7/2026 Autor : Flavyann Di Flaff