Mirem-se no exemplo daquelas mulheres do Parlamento! Vivem para os líderes de seus partidos, orgulho das massas! Quando eleitas, performam, Se mostram, se exibem; Quando silenciadas, não reclamam; Se ajoelham, pedem, imploram Mais glórias àqueles que lhes punem. Mirem-se no exemplo daquelas mulheres do Parlamento! Sofrem por seus líderes de partido, poder e força do Parlamento! Quando eleitos, são empossados, Elas lhes tecem longos discursos cordatos. Mirem-se no exemplo daquelas mulheres do Parlamento! Ocupam lugar no poder, Mas elas não têm gosto ou vontade, Nem respeito, nem visibilidade, Só medo de perder o parco cargo. Mirem-se no exemplo daquelas mulheres do Parlamento! Despem-se da vaidade para eleger os seus líderes de partido! Quando eles se reelegem, Costumam ensaiar respeito, Mas, no fim de tudo, alçados ao poder de novo, Sempre voltam a lhes falar aos brados, Mostrando quem detém o poder de decidir. Mirem-se no exemplo daquelas mulheres do Parlame...
Todas as cruzadas têm um quê de instinto selvagem: autopreservação, ausência de filtro social, intensa paixão. Cruzadas as pernas, perde-se o controle, perverte-se o símbolo. Ser pós-moderno é ser inverídico, criar mil versões do que não foi dito. A nova cruzada é uma luta inventada contra um inimigo imaginário – guerra maniqueísta entre o bem e o mal. Angélico movimento de um ser obsceno. Criado em : 27/7/2026 Autor : Flavyann Di Flaff