Toda ditadura é um simulacro da submissão! E a manipulação para o eleitor votar sempre no mal menor é uma delas. Téo carecia de atenção, por isso começou a criar historinhas – narrativas enviesadas da realidade. Tanto as repetiu, que se fez ouvido, chamando a atenção deste grupo: Frustrados e ressentidos. Uma turba que só cresce, não apenas em número, mas também em ódio. Téo, ao perceber essa energia, criou um inimigo imaginário e o apresentou àquela turba. Incorporado o inimigo criado, Téo mostrou a solução. Revelou que devemos combater o inimigo em comum, com tiro, porrada e bomba. Aproveitou e apresentou a Teocracia, um misto de governo republicano com princípios religiosos extremistas, cujo representante é denominado "Líder Supremo" – um prior de alto escalão, aquele que irá nos atolar. Adotou, para si, o lema “deus, pátria e família”, como forma de aliciar os manipulados pela fé cega – gente que não segue os preceitos de Cristo, mas os professam alheios à essênci...
A cidade é supermoderna, a sociedade é pós-moderna, mas por que agimos como se vivêssemos em uma cidade do Velho Oeste? Em todo ambiente ou situação, estamos sempre armados, prontos a enfrentar o inimigo, mesmo estando entre amigos. Mudam-se as estruturas, veste-se novas máscaras, porém, a essência belicosa, típica do primitivo estado de sobrevivência, prevalece e se impõe mesmo diante de um Estado Civil estabelecido. Criado em : 24/6/2026 Autor : Flavyann Di Flaff