De nada era acusado, mas sofria de frustração e de ressentimento, sensações inerentes a quem vive em um constante estado de sobrevivência. Cientes disso, os tiranos instrumentalizaram a tecnologia, e a praticidade e a comodidade se converteram em um slogan de manipulação. Encheram as telas de promessas vazias de um país melhor e mais justo, sem criminalidade e idólatra de um deus customizado, onde o endurecimento das leis e a criação de presídios cessariam todo tipo de maldade humana. Na corrida desesperada pelo poder, dividiram o povo, inventaram um cisma religioso, forjaram um cidadão de bem para rivalizar com o cidadão do bem, criaram um espantalho e o tacharam de inimigo do povo, apropriaram-se de símbolos como se possuíssem virtudes, tudo isso contido em um Frankenstein eleitoral. Assim, por livre e espontânea pressão, restou, para o cidadão, somente pegar a taça de cristal líquido e sorver a sua dose diária de cicuta, condenando-se à própria sorte. Criado em : 29/9/2026...
Ia religiosamente à academia, sempre aparentou ser forte, tanto que não guardava um sábado – corpo sarado, mente sã! Até que a vida questionou essa aparente fortaleza; de início, suportou o impacto, mas, depois, acusou o baque, implodindo-se por inteiro. Então, a bela estética se desfez, a fachada caiu, expondo a fragilidade e, assim, caiu Golias, surgiu Davi! Criado em : 28/9/2026 Autor : Flavyann Di Flaff