Neste país, já virou religião, descobrir um santo para cobrir outro. Perverter as tradições – nobreza cultural, heterogeneidade social, para instalar modinhas pós-modernas – cultura de massa, coletiva homogeneidade. Desqualificar o que não é espelho, para enaltecer o que é igual. Comportar-se de acordo com o politicamente correto vigente para não perder o direito à liberdade de pensamento e de expressão e ter que ver tudo o que foi dito sendo usado contra si mesmo em um convincente e conveniente tribunal. Autoenganar-se, julgando um orador melhor que o outro, só porque prometeu estabelecer uma vida diferente da prometida pelo anterior... E a Constituição, coitada, sempre sendo usada para embasar essa e outras tantas promessas ocas provenientes de uma prática política devassa e polarizada. Antes de decidir, analise fria e historicamente, faça-nos o favor! Pregar bondades aos seus, e revoltar-se com a multidão. Reclamar da fome, sempre estando de bar...
Liberdade sem autonomia não passa de mera utopia!