Toda ditadura é um
simulacro da submissão! E a manipulação para o eleitor votar sempre no mal menor é uma delas.
Téo carecia de
atenção, por isso começou a criar historinhas – narrativas enviesadas da
realidade. Tanto as repetiu, que se fez ouvido, chamando a atenção deste grupo:
Frustrados e ressentidos. Uma turba que só cresce, não apenas em número, mas
também em ódio.
Téo, ao perceber essa
energia, criou um inimigo imaginário e o apresentou àquela turba. Incorporado o
inimigo criado, Téo mostrou a solução. Revelou que devemos combater o inimigo
em comum, com tiro, porrada e bomba. Aproveitou e apresentou a Teocracia, um
misto de governo republicano com princípios religiosos extremistas, cujo
representante é denominado "Líder Supremo" – um prior de alto
escalão, aquele que irá nos atolar.
Adotou, para si, o
lema “deus, pátria e família”, como forma de aliciar os manipulados pela fé
cega – gente que não segue os preceitos de Cristo, mas os professam alheios à
essência, só como forma de pertencimento a uma denominação religiosa em templos
de pedra e cal, como os muitos sepulcros caiados espalhados pelo país.
Crente de que
convencerá a massa, Téo segue criando historinhas, enquanto sonha com a posse.
Em seu coração, quando assumir, entregará o país e sua comunidade em troca de
trinta dinheiros, ou seja, pela permanência no poder e pelas benesses que é
inerente ao posto.
Portanto, cuidemos, que o tempo de despertar a consciência urge! Não nos deslumbremos com simulacros de virtudes, porque não é com ilusão que se resolvem os problemas sociais deste país!
Criado em: 26/6/2026 Autor: Flavyann
Di Flaff

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