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DEUSA PAGÃ

Eu andava displicente pela praia
e, de repente, uma magia acontece.
A brisa sussurra segredinhos
em meus ouvidos;
o mar lambe meus pés receptivo;
as estrelas piscam, em código Morse,
mensagens de uma secreta admiradora.
Meu coração sequioso, sorriu.
Quem seria essa que incita o natural
de um jeito tão íntimo.
Antes que findasse meu caminhar,
ela se apresentou para mim.
Dama de prata,
mulher de fases;
encantado, o coração reagiu!
Maré alta de amor rebentou
o seco peito meu,
diante dessa nova figura
que, com quartos perfeitos,
fez-me impotente admirador
– maré morta diante da Lua.
 
Criado em: 4/8/2026 Autor: Flavyann Di Flaff 

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