A humanidade escolheu viver em uma
constante e eterna perturbação geral, como se tivesse uma ferida, e ela, ao
parecer cicatrizada, fosse esfolada e inflamada novamente. É curar-se das
patologias do caos mergulhando no mundo abissal do próprio caos.
É tudo fruto da prevalência hegemônica do Desejo, que, para se ver satisfeito, não recorre a valores morais ou éticos,
mas, apenas, ao que seja conveniente ou não para a sua plena realização. Logo saciado,
parte em busca de outras fontes, sempre se escondendo sob a máscara de um ser moral, quando, na verdade, age como um falso moralista.
Criado em: 26/10/2019 Autor:
Flavyann Di Flaff

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