Quando passava, fazia surgir borboletas no estômago, e as pernas tremiam, não suportando a carga emocional. O nome era a senha para o mundo passional, onde tudo remetia a ela – vício de um momento eterno, repleto de um sentimento etéreo por alguém que não era deste mundo. Porém, vivendo em um mundo dual, o sonho se realiza ou vira fantasia. Então, ela passou, e não permaneceu. Seguiu rumo distinto, trocando sentimento puro por puro instinto. Assim, das borboletas no estômago, só restou a lembrança, herança de um sentimento que não foi. Criado em : 1/3/2026 Autor : Flavyann Di Flaff
Que a solidão seja um encontro consigo mesmo para renovar a força interior, e, nunca, a medida exata do quanto estamos sós!